Ordem avalia acumulação de funções da directora da Faculdade de Direito da Nova

Mariana França Gouveia mantém actividade como advogada e é sócia da PLMJ, uma das principais sociedades nacionais. Também tem assento na administração da Martifer, com autorização do reitor.

Foto
D.R.

A Ordem dos Advogados (OA) está a avaliar se o facto de Mariana França Gouveia liderar a Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa (UNL) e ser advogada no activo é legal. O Estatuto dos advogados considera incompatível com a profissão administrar um organismo público, mas abre excepções para os professores. O reitor da universidade autorizou esta acumulação, apesar de o cargo exigir dedicação exclusiva.