Imo-Viriato: como o primeiro subfundo do FNRE se desmoronou

Câmara de Viseu foi das primeiras a assinar um protocolo com a Fundiestamo. Subfundo de seis milhões de euros iria reabilitar cinco edifícios no centro histórico, mas demorou um ano a obter visto prévio do Tribunal de Contas. Quando autorização chegou, Fundiestamo disse que ja não interessava

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Presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques: "As nossas expectativas saíram goradas e frustradas" ADRIANO MIRANDA / PUBLICO

A Câmara Municipal de Viseu foi uma das primeira a anunciar a intenção de usar o Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado para recuperar cinco imóveis no centro histórico da cidade, onde planeava criar habitação a preços acessíveis a jovens casais, instalar serviços (Águas de Viseu, a Sociedade de Reabilitação Urbana) e também oferecer 80 camas de alojamento estudantil, não só para universitários como para o ensino profissional.