Primeiro, há que ganhar a quarentena

Não haveria pior para nós, ainda por cima com a dependência do turismo de que padece o nosso PIB, do que uma quarentena mal feita.

Às vezes o cronista pode repetir-se, só que em mais bruto. Deve fazê-lo, sobretudo se a vontade de dizer coisas novas se der apenas por desfastio e redundar em disparate. E nós não podemos ser um país cata-vento no qual se diz a 31 de março que abril será o mês mais duro, e a menos de metade de abril andar a querer mais falar de como acabar com a quarentena do que de a ajudar as pessoas a cumpri-la bem e a protegê-las o melhor possível contra as consequências dela.