Evolução do número de infectados e mais estímulos geram subida nas bolsas

Principal índice da bolsa de Lisboa sobe perto de 2% no arranque da sessão. Petróleo sobe.

Investidores agarram-se a alguns sinais de abrandamento da Covid-19
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Investidores agarram-se a alguns sinais de abrandamento da covid-19 BRENDAN MCDERMID/Reuters

As bolsas europeias iniciaram a sessão desta terça-feira a subir, continuando a exibir a maior confiança dos investidores já registada na última sessão, especialmente nos Estados Unidos, onde os principais índices registaram subidas de 7%.

A maior confiança decorre de alguma melhoria na evolução do número de infectados com covid-19 em vários países e com o aumento dos apoios financeiros às empresas e famílias para reduzir impacto da crise gerada pela pandemia.

Os ministros das Finanças da zona euro reúnem-se esta terça-feira, por videoconferência, para tentarem alcançar um compromisso e uma resposta comum que minimize os efeitos na economia da covid-19.

A Bolsa de Lisboa acompanhou a subida das congéneres, com o principal índice, o PSI20, a subir 1,88%, para os 4.094,35 pontos. Esta segunda-feira, a praça portuguesa encerrou em alta de 1,16%, abaixo das valorizações de 5,7% de Frankfurt, ou 4,6% de Paris.

A bolsa de Londres segue alta, ligeiramente acima de 3%, com a libra a recuperar ligeiramente das quedas da véspera face ao dólar.

Esta segunda-feira, Boris Johnson foi internado nos cuidados intensivos, com covid-19, mas fonte do governo britânico garantiu ao início desta manhã que o primeiro-ministro britânico está a receber oxigénio, mas não está ligado a um ventilador.

Os contratos de futuros em Nova Iorque estão a negociar em alta, incluindo sobre o preço do petróleo, indiciando uma sessão de ganhos nos mercados accionista do outro lado do Atlântico. Em Nova Iorque, o crude para entrega em Junho sobe mais de 3% e o Brent, referência para a Europa, regista idêntica valorização.

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