O vazio melancólico das cidades e a ubiquidade das máscaras

Fonte Luminosa, Lisboa Nuno Ferreira Santos
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Fonte Luminosa, Lisboa Nuno Ferreira Santos

São ao mesmo tempo perturbadoras, paradoxais, raras e melancólicas as imagens de cidades que a pandemia tornou vazias. Onde antes havia azáfama e quotidiano, instalou-se a amplitude dos espaços, a quietude e a expectativa. Não são cidades-fantasma, mas o desaparecimento do frenesi que define as urbes tornou-as contraditórias com a sua razão de ser.

Maia
Maia Adriano Miranda
Rua de S. Tomé, Lisboa
Rua de S. Tomé, Lisboa Nuno Ferreira Santos
Monsanto, Lisboa
Monsanto, Lisboa Nuno Ferreira Santos
Ribeira, Porto
Ribeira, Porto Paulo Pimenta
Cidade Universitária, Lisboa
Cidade Universitária, Lisboa Miguel Manso
MNAA, Lisboa
MNAA, Lisboa Daniel Rocha
Praça D. Pedro IV, Lisboa
Praça D. Pedro IV, Lisboa Rui Gaudêncio
Rua do Carmo, Lisboa
Rua do Carmo, Lisboa Rui Gaudêncio
Aradas, Aveiro
Aradas, Aveiro Adriano Miaranda
Rua dos Clérigos, Porto
Rua dos Clérigos, Porto Nelson Garrido
Porto
Porto Paulo Pimenta
Ribeira, Porto
Ribeira, Porto Paulo Pimenta
Terminal de Cruzeiros, Lisboa
Terminal de Cruzeiros, Lisboa Paulo Pimenta
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