Manicómio: ninguém fica de fora

No Beato, em Lisboa, há um espaço de coworking onde trabalham criativos, empresas, e agora também artistas com doenças mentais. Entre computadores portáteis, há as esculturas dos monstros da Anabela, os desenhos detalhados de Cláudia e a letra incerta de Pedro nas folhas de um caderno de linhas. Há uma luta pela conquista da dignidade, pelo reconhecimento da autenticidade. Isto não é terapia, é arte, é trabalho. O PÚBLICO acompanhou as primeiras semanas destes três artistas. Bem-vindos ao Manicómio.

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