Falta de pessoal e qualidade das refeições no topo das queixas

A grande maioria das cantinas foi avaliada com “bom” (na confecção, qualidade dos produtos, apresentação do serviço, apresentação do pessoal, eficiência e higiene),

Janela, Comida
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evr Enric Vives-Rubio

De que se queixam as escolas? De acordo com o relatório Plano Integrado de Controlo da Qualidade e Quantidade das Refeições Servidas nos Estabelecimentos Públicos de Ensino a grande maioria das 854 reclamações centrou-se no rácio de pessoal, com 266 queixas, e na qualidade dos produtos, com 263 reclamações. Há 18 propostas de penalização, ainda em fase de conclusão, adiantam. 

A grande maioria das cantinas foi avaliada com “bom” (na confecção, qualidade dos produtos, apresentação do serviço, apresentação do pessoal, eficiência e higiene),

Entre Setembro de 2017 e Maio deste ano foram servidas mais de 26 milhões de refeições nos 776 refeitórios concessionados pela DGEstE nas escolas públicas das regiões Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo. O Algarve não tem refeitórios concessionado

Das escolas visitadas pela equipa de fiscalização, 46,2% deixaram de apresentar reclamações. O relatório refere que todos os refeitórios ofereceram a opção vegetariana, mas só em 381 refeitórios ela foi solicitada. Das 26.514.879 refeições fornecidas neste período, só 154.029 eram a opção vegetariana.