Teresa Villaverde estreia novo filme em Roterdão

Documentário O Termómetro de Galileu é 11º título português na selecção do festival holandês.

<i>O Termómetro de Galileu</i> vai ter estreia mundial no festival holandês
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O Termómetro de Galileu vai ter estreia mundial no festival holandês DR

E mais um filme português chega à selecção de um festival internacional. Juntando-se às longas Tempo Comum, de Susana Nobre, e Djon África, de Filipa Reis e João Miller Guerra na edição 2017 do festival de Roterdão, a nova longa-metragem da realizadora Teresa Villaverde, o documentário O Termómetro de Galileu, vai ter estreia mundial no final de Janeiro na secção paralela Signatures do certame holandês.

Apenas um ano depois de ter mostrado a sua mais recente longa ficcional, Colo (ainda inédita em salas portuguesas), a concurso no festival de Berlim, Teresa Villaverde debruça-se com O Termómetro de Galileu sobre o cineasta italiano Tonino de Bernardi, nome reconhecido da cinematografia experimental e underground transalpina. Na sinopse oficial, esta oitava longa-metragem da realizadora de A Idade Maior, Os Mutantes e Transe é descrita como uma obra “entre o documental e o experimental”, “um filme sobre a transmissão entre gerações, sobre o respeito que todos têm uns pelos outros, pela vida, e pela arte”. É também o primeiro documentário de longa-metragem da cineasta, após a média-metragem de 2004 sobre Pedro Cabrita Reis A Favor da Claridade.

O Termómetro de Galileu é o 11.º filme de produção ou co-produção portuguesa a surgir na programação do festival holandês, que tem este ano a sua 68.ª edição. Na competição principal Hivos Tiger estarão Djon África, primeira longa da dupla Filipa Reis e João Miller Guerra, e na competição de curtas Ammodo Tiger, Miragem Meus Putos, de Diogo Baldaia, vencedor do concurso de curtas do IndieLisboa 2017.

Bright Future, a secção dedicada a primeiras obras, receberá Tempo Comum, de Susana Nobre, e a curta de Filipa César e Louis Henderson Sunstone; na secção Voices, estará a curta Tudo o que Imagino, de Leonor Noivo. Noutras secções, mostrar-se-ão A Fábrica de Nada, de Pedro Pinho, e Fátima, de João Canijo, e as co-produções O Capitão, de Robert Schwentke, Milla, de Valérie Massadian, e Zama, de Lucrecia Martel.

O festival de Roterdão decorre de 24 de Janeiro a 4 de Fevereiro.

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