A fuga dos rohingya da Birmânia

Continuam em fuga mais de 58 mil rohingya, uma minoria muçulmana perseguida há décadas, que abandonam a Birmânia em situações precárias na esperança de conseguirem chegar a um local mais seguro nos países vizinhos. 

Reuters/MOHAMMAD PONIR HOSSAIN
Fotogaleria
Reuters/MOHAMMAD PONIR HOSSAIN

Em fuga. Estima-se que mais de 58 mil rohingya – uma minoria muçulmana há décadas perseguida na Birmânia e rejeitada pelos países fronteiriços – tenham abandonado as suas residências para fugir aos confrontos. Caminham em desespero, em busca de um sítio mais seguro, e o objectivo é sair do estado birmanês de Rakhine para chegar ao Bangladesh, país vizinho. Mas mesmo que consigam alcançar o destino, não significa que sejam bem acolhidos. Segundo a Organização Internacional para as Migrações, há milhares de refugiados presos numa “terra de ninguém” junto à fronteira.

A ONU, pela voz do seu secretário-geral António Guterres, condenou a violência na Birmânia e apelou à calma para que se evite uma catástrofe humanitária. No Noroeste do país foram destruídas pelo menos 2600 casas, na sequência dos confrontos entre o exército e um grupo armado de insurgentes. 

Reuters/MOHAMMAD PONIR HOSSAIN
Reuters/MOHAMMAD PONIR HOSSAIN
Reuters/MOHAMMAD PONIR HOSSAIN
Reuters/MOHAMMAD PONIR HOSSAIN
Reuters/MOHAMMAD PONIR HOSSAIN
Reuters/MOHAMMAD PONIR HOSSAIN
Reuters/MOHAMMAD PONIR HOSSAIN
Reuters/MOHAMMAD PONIR HOSSAIN
Reuters/MOHAMMAD PONIR HOSSAIN