Microsoft salva Paint após protestos nas redes sociais

Depois de muitas queixas sobre o “fim” do programa de desenho, a empresa diz que vai disponibilizar uma versão gratuita do software.

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O Paint MS vai estar disponível gratuitamente na loja online da Windows Reuters/RICKEY ROGERS
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A equipa da Microsoft também utilizou o Paint para ilustrar o seu comunicado sobre o fim do Paint Microsoft

Afinal, o Microsoft Paint não vai desaparecer por completo. Apesar de o programa de desenho básico, mais conhecido como MS Paint, deixar de vir pré-instalado nas futuras versões do sistema operativo Windows, vai passar a estar disponível na loja online para quem o quiser instalar.

“Ainda adoramos o MS Paint”, lê-se numa mensagem publicada no Twitter oficial da Microsoft, na segunda-feira à noite. A empresa emitiu um comunicado a esclarecer o futuro do programa de desenho depois de ser inundada com mensagens e queixas dos fãs do programa presente há três décadas nos computadores com sistema operativo Windows.

“Hoje vimos um fluxo de apoio e nostalgia incrível em torno do MS Paint. Se há algo que aprendemos é que, depois de 32 anos, o MS Paint ainda tem muitos fãs”, explica em comunicado Megan Saunders, a responsável pelas experiências 3D da Microsoft, incluindo uma versão mais moderna do programa de desenho. “O MS Paint está aqui para ficar. Apenas terá uma nova casa na Windows Store”, acentua Saunders.

Na última actualização do Windows 10, a Microsoft também apresentou uma versão mais moderna do programa de desenho minimalista: o Paint 3D. Segundo Saunders, o novo programa de desenho a três dimensões deve ser o sucessor do Paint original. “Além das novas capacidades 3D, muitas das funcionalidades do MS Paint que as pessoas adoram, como edição de fotografias e criações em 2D, estão presententes no Paint 3D”.

Apesar da novidade, alguns continuam descontentes nas redes sociais. Mesmo com uma casa permanente na loja online do Windows, o Paint MS já não vai estar pré-instalado nas novas versões do sistema operativo Windows. Ou seja, computadores em redes públicas ou de trabalho, não vão poder disponibilizar o programa que muitos vêem como uma forma minimalista de editar fotografias, criar cartazes simples ou passar o tempo.