As Lisbon Screenings mostram o cinema que ainda está a ser feito

Novos filmes de Teresa Villaverde, Susana de Sousa Dias e Marco Martins em sessões "à porta fechada".

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A realizadora Teresa Villaverde ENRIC VIVES-RUBIO

A par da programação pública regular, o IndieLisboa acolhe já há alguns anos um programa de sessões privadas para programadores de festivais internacionais e potenciais produtores e distribuidores, realizado este ano sob a égide da Portugal Film, a estrutura de agenciamento ligada ao festival. O calendário das Lisbon Screenings, que decorrem “à porta fechada” na Culturgest entre dias 25 e 27, reúne 17 títulos. Alguns são filmes já terminados com estreia no certame (como The Hunchback, de Gabriel Abrantes e Ben Rivers, O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu, de João Botelho, O Lugar que Ocupas, de Pedro Filipe Marques, ou Treblinka, de Sérgio Tréfaut). Mas as Lisbon Screenings permitem igualmente “antecipar” filmes em produção ou finalização, como é o caso este ano das novas longas de Teresa Villaverde (Colo), Susana de Sousa Dias (Luz Obscurae Marco Martins (São Jorge), ou projectos ainda em fase de rodagem ou produção, como é o caso de A Fábrica de Nada, a nova ficção de Pedro Pinho (co-realizador de As Cidades e as Trocas), e das estreias na longa-metragem de Miguel Clara Vasconcelos (Encontro Silencioso) e do brasileiro Leonardo Mouramateus (António Um Dois Três).

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