Depois de mudar de nome, o Google muda de imagem

Uma das mais omnipresentes marcas do nosso quotidiano sofreu esta terça-feira uma actualização gráfica – a mais significativa em 16 anos de história.

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2015 - O esquema cromático do logo mantém-se DR
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Setembro de 2013 - O logótipo torna-se plano com alguns ajustes tipográficos
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Maio de 2010 - O logótipo ganha uma nova luz e inclui uma sombra reduzida
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Maio de 1999 - Ainda divertido, o logótipo fica com um aspecto mais sofisticado com base no tipo de letra catull
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Setembro de 1998 - A Google muda-se para google.com e partilha a respectiva versão beta com o mundo
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30 de Agosto de 1998 - A equipa parte para o festival Burning Man e cria o primeiro Doodle como uma mensagem a indicar que está ausente do escritório
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1998 - Larry Page e Sergei Brin utilizam este logótipo para o respectivo projecto de formação na Universidade de Stanford

Na página do motor de busca, uma breve animação assinala a mudança do logo do Google para uma fonte sans serif designada Product Sans. Mantém-se contudo o esquema cromático.

A versão compacta do logo, um G maiúsculo, assume a mesma fonte e passa a integrar as quatro cores da empresa – azul, vermelho, amarelo e verde. Outros elementos visuais, como o microfone que indica a função de pesquisa por voz, também passam a ser coloridos.

A animação de transição que surge enquanto uma aplicação do Google carrega os conteúdos passa a ser uma série de quatro pontos com as cores da empresa.

De acordo com o blogue oficial do departamento de design do Google, que narra em pormenor o processo de desenvolvimento do logótipo, a mudança justifica-se com a necessidade de adaptação a múltiplas resoluções de ecrã, particularmente às mais reduzidas.  

Esta é a segunda grande mudança em Mountain View em menos de um mês. A primeira, de um alcance muito superior, foi anunciada em Agosto com a constituição da Alphabet. Mais do que uma nova designação para a tecnológica, trata-se de uma refundação completa da estrutura empresarial liderada por Larry Page e Sergey Brin.

O motor de busca – o Google, a ser chefiado por Sundar Pichai – passa a ser apenas mais uma unidade de negócio da Alphabet, entre uma série de empresas com áreas de actividade tão díspares como a saúde ou a mobilidade.