Certificados do tesouro atraíram 461 milhões de euros no primeiro mês

Subscrição de certificados de aforro tradicionais mantém tendência de descida desde Agosto.

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Ministério Público pede que 1,3 milhões de euros apreendidos ao arguido sejam declarados perdidos a favor do Estado.

Retirando o dia de lançamento, o valor de subscrição de CTPM por cada dia útil de Novembro desceu para 20,3 milhões de euros.

As elevadas taxas de rentabilidade, que ficam muito acima dos tradicionais depósitos a prazo, explicam a forte procura do novo produto.

As taxas dos CTPM são crescentes, partindo de 2,75% no primeiro ano até 5% no quinto ano, a que pode acrescer ainda um prémio em função do crescimento do produto interno bruto.

Ao contrário dos bons resultados do CTPM, a subscrição de certificados de aforro (CA) manteve-se em queda em Novembro, tendência que se verifica desde Agosto, quando atingiram 191 milhões de euros de emissões.

De acordo com o boletim mensal do IGCP, a agência que gere a dívida pública, no último mês foram subscritos 100 milhões de euros de CA, mas foram resgatados 88 milhões de euros, pelo que a subscrição líquida se ficou pelos 12 milhões de euros.

Em Outubro, as subscrições de CA tinham atingido os 131 milhões de euros e os regates foram de 70 milhões de euros, o que permitiu um saldo líquido positivo de 61 milhões de euros.

O valor de subscrição do novos CTPM ultrapassa largamente o valor estimado pelo Governo para o corrente ano, que se ficava pelos 100 milhões de euros. Para 2014, o executivo estima um encaixe de 2500 milhões de euros.

Em 2013, em CA e CTPM, o Estado captou cerca de 900 milhões de euros de poupanças dos particulares, com o novo produto a responder, num mês, por metade do valor acumulado.

Os CA podem ser mobilizados três meses após a subscrição, mas os CTPM só podem ser mobilizados um ano depois da subscrição.