• No ano em que foi proibido o lançamento dos típicos balões de ar quente, a festa foi considerada mais segura, com “números extraordinariamente baixos” de ocorrências hospitalares.

  • O plano de requalificação dos hospitais de Faro e Portimão prevê 20 milhões de euros de investimento nos próximos três anos. Os directores dos departamentos continuam demitidos há meses.

  • De sardinhas, bailaricos, manjericos, martelos e alho-porro se fez a noite mais emblemática da cidade do Porto. Os balões primaram pela ausência. A proibição de lançamento parece ter sido cumprida.

  • Em 2016 a autarquia recebeu 64 queixas. Ainda a meio do ano esse valor já foi ultrapassado. Reclamações prendem-se sobretudo com a não utilização de trela e açaime e com o não tratamento dos dejectos.