Passos Coelho

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Líder do PSD pede "humildade" ao Governo para avaliar o caminho a seguir porque a saída do PDE "não resolve tudo". João Almeida, do CDS, acrescentou que o partido se “orgulha” do seu contributo, depois de “ter recebido como caderno de encargos um memorando negociado" por José Sócrates.

  • Líder do PSD pede "humildade" ao Governo para avaliar o caminho a seguir porque a saída do PDE "não resolve tudo". João Almeida, do CDS, acrescentou que o partido se “orgulha” do seu contributo, depois de “ter recebido como caderno de encargos um memorando negociado" por José Sócrates.

  • Passos acusa Governo de não ter agenda reformista. E se Costa quer umas eleições animadas, o social-democrata prefere uma campanha com “respeito” pelos portugueses, porque elas não são uma “festa”.

  • Marco António mantém-se com o líder: "Se houver pessoas com uma proposta alternativa, que se sintam capacitados para desafiar uma liderança, é sempre útil". Por ele, Passos continua.

  • O Governo foi pragmático e mudou de estratégia. E o PSD "sente sempre satisfação" quando há boas notícias, diz o vice-presidente. Mas "em 2009 também vivíamos uma euforia sem fim", avisa.

  • Na abertura do seminário internacional “Futuro da Europa”, realizado no Palácio da Bolsa, no Porto, o líder do PSD disse que Le Pen é a candidata da desintegração.

  • Um novo livro do Fundo Monetário Internacional, de que o ex-ministro português é um dos coordenadores, apresenta propostas para “minimizar distorções políticas em matéria orçamental”.