Correntes d'’Escritas

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Correntes d’ Escritas realizou-se esta semana na Póvoa de Varzim. Mais uma edição a aproximar quem escreve de quem lê. Imaginou-se Hélia Correia de vassoura na mão a correr atrás de metáforas e cantou-se Sérgio Godinho, que tem um verso que salva crianças. Mas não sabia

  • Correntes d’ Escritas realizou-se esta semana na Póvoa de Varzim. Mais uma edição a aproximar quem escreve de quem lê. Imaginou-se Hélia Correia de vassoura na mão a correr atrás de metáforas e cantou-se Sérgio Godinho, que tem um verso que salva crianças. Mas não sabia

  • Para saber escrever, não dar erros e ter imaginação, é preciso ler, depois ler e a seguir ler. Quem o diz é António Mota, que nesta quinta-feira visitou uma escola na Póvoa de Varzim, em sessão partilhada com David Machado. Em 18 anos, o Correntes d’Escritas nas Escolas já chegou a 10 mil alunos.

  • O livro de poemas A Sombra do Mar recebeu esta quarta-feira o Prémio Literário Casino da Póvoa.

  • Após ouvir, na abertura do 17.º Correntes d'Escritas, a densa intervenção de José Tolentino Mendonça sobre as patologias do nosso tempo, o público pôde desopilar com uma espécie de Governo Sombra.

  • O júri da 17.ª edição do prémio literário distinguiu o escritor espanhol pelo romance As Leis da Fronteira.

  • O romancista cubano Leonardo Padura, convidado do festival Correntes d’Escritas, onde lançou o seu último livro, Hereges, defendeu que “a liberdade é uma luta de travar todos os dias”.

  • O prémio Casino da Póvoa foi atribuído ao poeta pelo seu livro de poemas Categorias e Outras Paisagens.