• Movimento lançado durante a passada semana quer alertar a população para os perigos que a prospecção e exploração de petróleo podem trazer para a economia da região. Os trabalhos de pesquisa já decorrem há anos na zona.

  • A Companhia Logística de Combustíveis (CLC), controlada pela Galp, contesta a obrigatoriedade de abrir o oleoduto à concorrência. AdC já afirmou que medida poderia reduzir preços dos retalhistas.

  • Queda no preço do petróleo leva petrolífera a reestruturar a actividade de exploração e produção. Até 2017 perde 5% dos funcionários que tem em todo o mundo.

  • Mercados antecipam que o cartel de países produtores vai manter as quotas de produção inalteradas.

  • Cortes serão a nível mundial mas não há "programa de despedimentos previsto" em Portugal, onde existem 1200 colaboradores.