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Vasco Câmara
Jornalista
Foi depois de ter entrado pela casa que Gloria Swanson teve em Sintra, onde vi junto à piscina um animal empalhado, que me deixaram, aqui no PÚBLICO, meter as mãos no cinema. Isto foi no início deste projecto jornalístico. Eu fui um dos 25 estagiários admitidos depois de um curso de meses que começou com 500 candidatos de todo o país. Após a história da estrela dos anos 20 que vinha descansar perto da praia das Maçãs, alguém me disse: “Faça as malas, amanhã vai para Cannes”. E foi, no ano do fósforo a arder no ecrã gigante do Palais des Festivals, o ano de “Wild at Heart” de Lynch. Se não fossem os filmes não saberia o que estaria a fazer aqui – e isso é verdade para o bigger picture: sem os filmes não saberia o que fazer.
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Exclusivo Cinema
A Noiva Difícil, co-produção com participação portuguesa, premiada em Veneza
O Bisato d’Oro, atribuído pela crítica independente, distinguiu a realizadora Rubaiyat Hossain. Desenvolve um projecto que cruza a história marítima portuguesa e a imigração do Bangladesh, o seu país.
Vasco Câmara em Veneza -
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Exclusivo Cinema
NAZA, uma janela sem esperança sobre a noite israelita e a banalidade do mal
Uma investigação de 2023 que pôs a falar ex-funcionários israelitas do sistema de morte em Gaza torna-se um belo exercício de cinema. As torres iluminadas de Telavive como arquitectura do silêncio.
Vasco Câmaraem Veneza -
Exclusivo Cinema
DAU: como eles não pararam de se preocupar e não passaram a amar a bomba
Quando as mentes brilhantes da física são interceptadas pela política totalitária: um filme fascinante de Ilya Khrzhanovsky, como uma anacrónica grande produção dos tempos do degelo soviético.
Vasco Câmaraem Veneza -
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<em>NAZA</em>, uma janela sem esperança sobre a noite israelita e a banalidade do mal Em resposta a gabriela nicolau.1551653
Eu é que agradeço
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<em>DAU</em>: como eles não pararam de se preocupar e não passaram a amar a bomba Em resposta a Ninguém
Basta ler, não o Guardian mas as declarações do realizador, no seu facebook e na imprensa. Ainda ontem, aqui em Veneza, explicou qual a verdadeira contribuição (segundo ele), do Andoniev.
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O senhor é que está a tropeçar: o livro, sim, é de 1993, como está escrito no texto; e a palavra Império era proibida, sim, na URSS. Testemunha o próprio realizador do filme, Seguei Loznitsa, nascido na URSS. As suas dúvidas são, portanto, ligeiras, e at+e insondáveis, senhor leitor. Leia por isso o texto. Eu li o livro. E vi o filme
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Já agora, e pura curiosidade: porque é que não suporta cinema ?
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mas ele diz porquê: a seguir o Tarkowski morre. Quando se encontraram, ele estava já a filmar O Sacrifício.
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As <em>gracias a la vida</em> de John Malkovich, depois de ter matado tantos Em resposta a Artur Costa.1053474
O jogo da insinuação é só cobardia, é o dito como não-dito. Também tenho saudades dos espectadores que sabiam ver e ler e comentavam a propósito. Sobre os filmes não americanos : o realizador do filme com o Malkovich é britânico; e o Clooney não apresentou nenhum filme
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As <em>gracias a la vida</em> de John Malkovich, depois de ter matado tantos Em resposta a Artur Costa.1053474
uma pena não ler os textos, ficar pelos títulos e não saber do que realmente se fala. É o "leitor" em tempos de redes sociais
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Se ler, coisa que alguns comentadores raramente fazem, encontra a resposta
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Há 100 novos títulos na Filmin. Excepção! Sem levantar o rabo, grande cinema Em resposta a Pedro Casimiro
Obrigado, Pedro
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Os bons, os otários e o jacaré: o adeus à Reboleira de Basil da Cunha chega a Locarno Em resposta a Zapata
O jornal PÚBLICO tem dado a "merecida atenção", como diz. Desde o início, aliás, criticados até por estarmos a "inventar". Digamos que o problema com o Basil da Cunha é a desatenção e desinteresse crónicos dos espectadores portugueses






