Eduardo Williams não tem medo do desconhecido

Prova de vida de uma vertente experimentalista do novo cinema argentino, O Auge do Humano 3 é um retrato do mundo global filmado por um realizador para quem o importante é a vontade de cinema.

Foto
Eduardo Williams não se considera nacionalista, no sentido de fazer ‘cinema argentino’, mas também não se vê como cidadão do mundo Nuno Ferreira Santos
Ouça este artigo
00:00
07:28

Sentado em frente a um café e a uma fatia de tarte, ao sol radiante de uma Lisboa que já respira Verão, Eduardo Williams (Buenos Aires, 1987) confessa que esteve nove anos sem ter casa própria — agora, finalmente, já tem uma, mas, reconhece, “é verdade que não passo lá muito tempo”. Desde Agosto que está de novo em viagem permanente, agora para fazer o “serviço pós-venda” de O Auge do Humano 3, a sua segunda longa-metragem, estreada no Festival de Cinema de Locarno, no ano passado, e que tem percorrido desde então o circuito internacional de festivais.

Os leitores são a força e a vida do jornal

O contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
Sugerir correcção
Comentar