Rodrigo Teixeira acredita que haverá sempre público para o cinema

O brasileiro por trás de filmes de Noah Baumbach, James Gray ou Luca Guadagnino só faz os filmes que gostaria de ver no cinema. E com isso fez carreira em Hollywood.

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Armageddon Time, realizado por James Gray

Chama-me pelo Teu Nome, de Luca Guadagnino; Ad Astra e Armageddon Time, de James Gray; Frances Ha, de Noah Baumbach; A Vida Invisível, de Karim Aïnouz; Love Is Strange — O Amor É uma Coisa Estranha e Homenzinhos, de Ira Sachs; A Bruxa e O Farol, de Robert Eggers; Night Moves, de Kelly Reichardt. O que têm todos estes filmes em comum? Um nome nos genéricos: Rodrigo Teixeira (Rio de Janeiro, 1976), caso raro de um produtor brasileiro que conseguiu construir carreira nos Estados Unidos, criando uma “ponte” entre formas muito diferentes de ver o cinema. Um cinéfilo formado entre as salas de cinema, as matinées televisivas e o aluguer nos videoclubes, com a vontade de apoiar cineastas e carreiras sem competir com os bolsos sem fundo dos grandes conglomerados do audiovisual.

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