O close up de um velho actor esquecido: José Lopes

Filme belo, sim, sem dúvida, mas filme decepcionante, igualmente e ainda mais: Guerra.

Um filme onde se aprecia mais o fantasma do que não conseguiu ser
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Um filme onde se aprecia mais o fantasma do que não conseguiu ser
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Um filme onde se aprecia mais o fantasma do que não conseguiu ser

Singular filme e, sobretudo, singular personagem: José Lopes (também co-autor do argumento), velho actor que morreu numa tenda perto de Sintra no final de 2019, esquecido e abandonado por quase todos (os realizadores do filme, José Oliveira e Marta Ramos, estão entre os que nunca o abandonaram), figura inesquecível de um certo círculo lisboeta (mas não exclusivamente lisboeta), entre a Cinemateca, onde era presença assídua, e um mundo cultural em extinção, dos teatros aos espaços, já quase todos fechados, da mais convivial boémia popular.

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