António Costa na versão paz e amor

Se é difícil prever o futuro, é possível constatar que a auto-suficiência ou a arrogância do primeiro-ministro nas últimas semanas, cristalizadas no “habituem-se” em pose de Luís XIV, estão em pousio.

O primeiro-ministro parece ter suspendido o seu tradicional meio para silenciar os assuntos polémicos que envolvem o Governo. O velho e gasto “à política o que é da política, à justiça o que é da justiça”, onde tudo cabe e nada escapa, não foi uma única vez usado no debate parlamentar desta quarta-feira, que abordou temas amargos para António Costa, como o caso da ex-secretária de Estado do Turismo ou a indemnização à ex-secretária de Estado do Tesouro.

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