A manha de Suárez, a loucura de “El Loco” e a tristeza africana

Há uma carga emocional no jogo desta sexta-feira entre Gana e Uruguai no Mundial 2022, por tudo o que aconteceu na África do Sul, em 2010.

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Luis Suárez e a defesa mais importante (e polémica) do Mundial 2010 Brian Snyder/Reuters

O Gana-Uruguai desta sexta-feira não será um jogo qualquer. Primeiro porque, salvo algum imprevisto maior no outro jogo do Grupo H, o Coreia do Sul-Portugal, será essencialmente um “mata-mata” entre africanos e sul-americanos sobre quem irá seguir para os oitavos-de-final do Mundial. Depois, porque será um reencontro entre as duas selecções 12 anos depois de se terem encontrado no Mundial 2010, num jogo em que a parada era bem mais alta: um lugar nas meias-finais. E todos sabemos o que aconteceu nesse jogo. Em que Luis Suaréz foi, dependendo da perspectiva, um vilão ou um mártir. Em que Asamoah Gyan acusou a responsabilidade. E em que Sebastian Abreu foi aquilo que costuma ser, “loco”.

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