Orçamentos das maiorias de Costa e Sócrates foram os menos permeáveis a mexidas dos partidos

Em 18 orçamentos, o número de alterações aceites face ao total de propostas dos partidos ficou sempre abaixo de 10% nas maiorias absolutas de António Costa e José Sócrates.

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O primeiro-ministro, António Costa, na aprovação final do OE2023 LUSA/TIAGO PETINGA

O PS liderado por António Costa deixou passar 8% das propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2023 (OE2023) que o conjunto dos partidos, incluindo os socialistas, entregou na Assembleia da República (AR), segundo dados publicados no site do Parlamento. Já com o OE2023 aprovado, o primeiro-ministro fez questão de dizer que foram aceites mais propostas da oposição do que durante o Governo de Pedro Passos Coelho, mas uma análise a 18 Orçamentos mostra que a taxa de aprovação global (que inclui também as propostas do partido no poder) no OE2023 é inferior à registada nos anos da troika e está em linha com o Governo de maioria absoluta de José Sócrates.

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