O orçamento secreto que ajudou Bolsonaro pode ter os dias contados

Nos últimos dois anos, os deputados pró-governamentais dispuseram de dinheiro público praticamente sem prestar contas a troco de manter Bolsonaro livre do impeachment. Lula prometeu acabar com essa prática, mas terá de obter o apoio dos mesmos parlamentares se vier a ser eleito.

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Jair Bolsonaro e Arthur Lira, o todo-poderoso presidente da Câmara dos Deputados ADRIANO MACHADO/Reuters

A cerca de uma semana para as eleições que vão definir quem será o Presidente brasileiro durante os próximos quatro anos, as atenções estão obviamente concentradas no Palácio do Planalto. Mas não muito longe, no edifício do Congresso Nacional, é onde se joga muito daquilo que será o raio de acção de qualquer governo que venha a entrar em funções a partir de 1 de Janeiro de 2023. E há uma expressão que está na mente de todos e que até já entrou na campanha eleitoral: orçamento secreto.

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