A ciência em Portugal é frágil: cresce lentamente, é precária e tem pouco impacto

Relatório apresentado esta segunda-feira dá conta das fragilidades do sistema científico em Portugal e Espanha. Conexão com as empresas é outro dos dados mais críticos no panorama português.

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Apesar das fragilidades, investigadores apontam evolução positiva nos doutorados e no investimento JOHN CAIRNS/EPA/Oxford University

O aumento do número de investigadores e do investimento em ciência em Portugal tem sido insuficiente. Na última década, apesar de um crescimento de 46%, o número de investigadores em Portugal não cresceu ao mesmo nível da União Europeia (UE). Pelo contrário, Portugal tem uma proporção menor de cientistas no conjunto do espaço europeu em 2019 do que tinha em 2008.

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