Multinacional de “clipping” serviu-se de mulher de autarca no contrato com PCM

Quem prestou efectivamente o serviço foi uma conhecida empresa, a Cision Portugal, que foi alvo de buscas da PJ esta semana e que terá pago uma comissão à mulher de um autarca socialista.

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As empresas de "clipping" recolhem notícias e outros artigos em meios de comunicação social sebastiao almeida

A secretaria-geral da Presidência do Conselho de Ministros (PCM) realizou um contrato verbal de “clipping” com uma duração de 10 dias em finais de 2017 a uma empresa da então mulher de um histórico autarca socialista, Joaquim Couto, pelo qual pagou 64.170 euros. Para tal recorreu a um ajuste directo, justificado por ausência de recursos próprios.

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