Chico César juntou o seu Brasil ao Brasil que mora em Portugal num grito pela liberdade

No primeiro dia do festival Mimo, agora no Porto, nos vários palcos em torno do jardim da Cordoaria, tocaram ainda Mario Lúcio acompanhado pelos Kriols, a franco-nigeriana Asa e a pianista ucraniana Valentina Lisitsa.

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Chico César durante a sua actuação no festival Mimo, no Porto PAULO PIMENTA

Em palco montado frente à antiga Cadeia da Relação do Porto, Chico César solta palavras condizentes com as que são ditas por quem se sente aprisionado e oprimido. O discurso é apresentado num formato musicado a reggae pintado com as cores da bandeira brasileira e, inicialmente, num tom de mãos dadas com o pessimismo: “É república de parentes pode crer. Na nova Babilônia eu e você somos só carne humana para moer. E o amor não é para nós”.

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