Retrato de uma rapariga em cinzas

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Talvez o nome de Noémie Merlant ainda não seja familiar ao espectador comum, mas o mais provável é já se ter cruzado com ela, representante de uma “nova geração” de actrizes francesas (era uma das “raparigas em chamas” no filme de Céline Sciamma, e há pouco tempo foi vista no Paris 13 de Jacques Audiard). Mi Iubita, Mon Amour é a sua estreia como realizadora de longas-metragens, e um filme que suscita ambivalência suficiente para que se deixe em suspenso uma decisão: Merlant é uma actriz excelente, estará a Merlant realizadora à altura da actriz?

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