Serra da Estrela. Terrenos com declives elevados aumentam a “velocidade de propagação” das chamas

Domingos Xavier Viegas, especialista em incêndios florestais, não acredita que tenha existido descoordenação ou falta de meios nos incêndios da Serra da Estrela. A dificuldade de acesso a algumas áreas para monitorizar a evolução da situação ajuda a explicar vários reacendimentos, diz.

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Domingos Xavier Viegas diz que é difícil monitorizar todas as áreas afectadas pelas chamas Adriano Miranda

A região da Serra da Estrela, nos concelhos de Belmonte, Covilhã e Guarda, vai ter um “incremento na vigilância” pelas forças de segurança depois de terem existido três reactivações simultâneas e com “uma violência muito grande” do incêndio que há dois dias estava dado como dominado. As autoridades dizem-se “expectantes relativamente àquilo que possa ser o resultado das investigações” quanto à origem do incêndio e dos reacendimentos.

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