Coabitação, desperdícios e corrupção. Marcelo já falou de tudo um pouco no 10 de Junho

Recordou fracassos colectivos, condenou esbanjamentos, interrogou sobre egoísmos, reivindicou a reconstrução. E, sempre, sempre, falou da diáspora, orgulhoso das comunidades.

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Marcelo Rebelo de Sousa no 10 de Junho do ano passado LUSA/HOMEM GOUVEIA

Desde as primeiras comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das comunidades, em 2016 realizadas pela primeira vez fora do país, em Paris, “uma segunda capital de Portugal” como a classificou Marcelo Rebelo de Sousa, as intervenções presidenciais não só responderam aos momentos de conjuntura, a alertas sobre a exclusão interna e dos emigrantes, à necessidade de reconstrução, mas também celebraram os portugueses residentes no estrangeiro. Para além de Paris, no Rio de Janeiro e São Paulo, no Brasil, em Boston, Providence e New Bedford, nos Estados Unidos, na Cidade da Praia e no Mindelo, em Cabo Verde. A pandemia interrompeu durante dois anos o périplo que será agora retomado junto das comunidades portuguesas no Reino Unido em desdobramento com Braga.

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