Médicos em exclusividade: o regime deu-lhes “tempo” e eles retribuíram com “dedicação”

Cinco médicos entre os 50 e os 65 anos, que trabalham em cinco hospitais de Norte a Sul, contam como decidiram dedicar-se em exclusivo ao Serviço Nacional de Saúde. Nenhum se arrependeu e, se fosse hoje, tomavam a mesma decisão.

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Pierre Pratt / BIG

Há 32 anos, quando Diogo Ayres de Campos decidiu dedicar-se em exclusivo ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) eram muitos os colegas a seguir o mesmo caminho. Agora, como o próprio descreve, é dos poucos médicos abrangidos pelo antigo regime de exclusividade. É um facto, são cada vez menos. À medida que os médicos neste regime — que previa uma remuneração adicional e foi extinto em 2009 — se vão reformando, diminui a sua proporção no número de especialistas que trabalham no SNS

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