Um ano e meio depois da morte de Ihor, centro do aeroporto ainda tem videovigilância “muito limitada”

Ministro da Administração Interna prometeu em Abril de 2020 que centro teria cobertura de câmaras em todos os espaços comuns. Há duas semanas, Mecanismo Nacional de Prevenção da tortura constatou que melhoria não foi feita. SEF responde que irá fazê-lo.

Foto
Rui Gaudencio

Um ano e meio depois da morte de Ihor Homenyuk, o centro de instalação temporária do aeroporto de Lisboa (CIT), gerido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), continua sem cobertura total de câmaras de videovigilância em zonas comuns, como prometido pelo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, ao Parlamento em Abril de 2020