Guebuza e Nyusi não estão a ser julgados, mas fala-se deles no maior processo de corrupção da história de Moçambique

Testemunha afirma que quando queria fazer andar o projecto falava com o filho mais velho do então Presidente. Ndambi Guebuza, que está preso preventivamente desde 2019, terá recebido 33 milhões de dólares, segundo o Ministério Público.

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O juiz Efigénio Batista,O juiz Efigénio Batista Lucas Meneses/LUSA,Lucas Meneses/LUSA
O arguido António Carlos do Rosário (direita), director de Inteligência Económica do Serviço de Informação e Segurança do Estado e ex-PCA das empresas Proindicus, MAM e EMATUM
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O arguido António Carlos do Rosário (direita), director de Inteligência Económica do Serviço de Informação e Segurança do Estado e ex-PCA das empresas Proindicus, MAM e EMATUM LUSA/LUCAS MENESES

A agenda do escândalo das dívidas ocultas em Moçambique previa o interrogatório de dez dos 19 arguidos do processo na primeira semana do julgamento que termina esta sexta-feira, mas acabou por ouvir apenas dois, Cipriano Mutota, oficial do Serviço de Informação e Segurança do Estado, e Teófilo Nhangumele, o “consultor” do projecto, confirmando a complexidade de um julgamento que envolve algumas figuras próximas do ex-Presidente Armando Guebuza.

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