“Insultaram-nos aos gritos, chamaram-nos fascistas e alemães”

O que importa é o grito do polícia enquanto maltrata o atleta olímpico Andrei Krauchanka: criticas o chefe, és fascista.

Reparei ontem que a velocista Krystsina Tsimanouskaya, da Bielorrússia, que pediu asilo político à Polónia, tem cinco pequenas andorinhas a voar tatuadas numa omoplata. Aos 24 anos, a atleta olímpica só conheceu a ditadura de Aleksander Lukashenko e agora, um ano após as eleições de Agosto de 2020 — para muitos a gota de água —, desertou.