Um Listrão de fazer perder a cabeça

“É um grandíssimo vinho, muito rico e com uma acidez surpreendente”, conclui Pedro Garcias: “Tivesse eu dinheiro para perder a cabeça em vinhos e comprava todas as que pudesse”. 97 pontos (em 100).

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Um dia provei um vinho Madeira velho da casta Listrão (equivalente à Malvasia Rei do continente) que nunca mais me saiu da memória. Foi no Funchal, na pequena e rústica adega dos irmãos Barros&Sousa, comprada entretanto pela empresa Pereira D'Oliveira. Era um vinho de Porto Santo, ilha onde a Listrão já teve alguma importância. Hoje, está praticamente extinta.

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