Milhares de chamadas de pais marroquinos à procura de filhos menores

Foi criada uma linha telefónica para facilitar o processo. Um segundo centro de apoio a menores foi criado pela Cruz Vermelha. Continuam a formar-se filas de migrantes que voluntariamente querem voltar para Marrocos.

A área improvisada numa zona de armazéns junto à fronteira do Tarajal, criada pela Cruz Vermelha para dar assistência humanitária aos menores que atravessaram de Marrocos para Ceuta no início da semana passada, está agora controlada pela Polícia Nacional. Não é permitida a entrada da imprensa no recinto e pouco se consegue ver a partir da área fora dos limites do recinto. A maior parte dos menores, cerca de 200, está numa área interior. No pátio do centro de assistência são mais os polícias que circulam do que crianças. A Cruz vermelha conta agora com um segundo espaço, onde estão aproximadamente 250 pessoas (números da imprensa local), no ginásio da escola de Santa Amelia. O El País avança que terão entrado em Ceuta entre 2 a 3 mil crianças e adolescentes.