Palma foi alvo de ataques durante três dias na semana passada, diz coordenador de união de camponeses

As entregas de ajuda humanitária foram suspensas na quinta-feira por razões de segurança, mas o Governo garante que a situação na vila continua controlada.

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Júlio Bisché Ernesto, coordenador da União Distrital de Camponeses de Palma (UDACA) Paulo Pimenta
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“As pessoas estão mal, abandonaram quase toda a sua vida num piscar de olhos”, afirma Júlio Ernesto Paulo Pimenta
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Bairro de de Paquitequete, em Pemba, onde ainda continuam a chegar deslocados de Palma Paulo Pimenta

A vila de Palma terá voltado a ser alvo de ataques dos insurrectos durante três dias seguidos no princípio da semana passada, contou ao PÚBLICO Júlio Bisché Ernesto, coordenador da União Distrital de Camponeses de Palma (UDACA). Os jihadistas levaram a cabo ataques na segunda, terça e quarta-feira e ocuparam casas na Baixa da vila, de onde apenas saem à noite, mantendo-se longe das vistas durante o dia.