Quase 80% das pessoas que jogam na “raspadinha” são de classe média baixa e baixa

As pessoas com 65 ou mais anos representavam 17,2% dos jogadores de “raspadinha”. Dados são revelados pela Santa Casa da Misericórdia.

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Miguel Manso

São sobretudo as pessoas de classe média baixa e baixa que mais jogam na “raspadinha”, segundo dados fornecidos pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa relativos a 2019. De acordo com uma síntese de um estudo disponibilizado pelo gabinete de imprensa, a maior percentagem de pessoas que jogou na “raspadinha” foi da “classe social E”, com um peso de 50%. Segue-se a D, com 26,6%. As duas somadas atingem 76,6%.