Os brancos bons são mesmo uma perdição

Se me perguntarem se sou “mais tintos ou mais brancos”, não tenho dúvidas: bebo mais tinto, mas gosto mais de branco.

Foto
Martin Henrik

Já houve um tempo em que gostava muito mais de tintos do que de brancos. Julgo até que me iniciei no vinho com tintos. Mas, a partir de certa altura, passei a ser mais ecléctico e percebi que a glória, de acordo com as circunstâncias, pode estar em qualquer tipo de vinho, até mesmo num rosé, o género que, confesso, menos aprecio.