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Tradição académica teve de deixar as velhas actividades e virou-se para as plataformas digitais Sergio Azenha

Nasceu a “telepraxe”: em pandemia, a praxe muda-se para o Zoom e Instagram

Os hinos de curso, as praxes físicas e os jogos foram substituídos por brincadeiras no Instagram e videochamadas. Mesmo durante a pandemia, os praxistas procuram segurar a tradição académica e continuar com a praxe num dos anos mais atípicos de sempre para o ensino superior.

As T-shirts do curso não foram encomendadas. As calças de fato de treino continuam limpas, os joelhos sem terra, as gargantas sem doer de gritar. A praxe parou presencialmente em Março e nunca mais voltou; mas com o novo ano lectivo, e com a proibição de grandes ajuntamentos, muitos praxistas contornaram a pandemia e passaram a cumprir as suas tradições académicas na Internet. O Zoom, o Instagram e outras plataformas são agora palco de estudantes trajados e caloiros.