Um microcosmos no meio da cidade chamado Império Pacífico

É música fantasista, melodicamente límpida e ritmicamente luxuriante, aquela que os portugueses mostram em Exílio. Tudo começou num recanto dos jardins da Gulbenkian em Lisboa.

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Elisa Azevedo

A pandemia fez parar parcialmente a indústria da música em Portugal, em particular o mercado de espectáculos. O que não significa que tenha estancado o número de edições de nova música, em particular aquela que vive arredada das lógicas comerciais e que nem sempre chega ao conhecimento do grande público. No campo das diversas músicas electrónicas — das lúdicas às experimentais — é notável o número de edições recomendáveis dos últimos meses, correspondendo a uma miríade de editoras e subeditoras e de projectos e nomes (Photonz, Die Von Brau, Luar Domatrix, Diana Oliveira, Clarity, Kids on Acid, ZZY, Black Motif, Farwarmth, Cravo, Rabu Mazda, Delurdes ou Calafate), que em alguns casos já têm um percurso firmado e outros estão a iniciar-se.

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