Apps de rastreio da covid-19 com pouca adesão nos países democráticos

Austrália, França, Alemanha, Itália, e Suécia são países com aplicações de rastreio de contactos. Fora da China, porém, a adesão tem sido baixa e ainda é cedo para perceber se são eficazes.

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Os países ocidentais tentam criar aplicações de rastreio de contacto que respeitem a privacidade VALENTYN OGIRENKO/REUTERS

Há meses que investigadores e políticos de todo o mundo discutem os benefícios e limites de aplicações móveis que ajudem a fazer um rastreio de contactos mais preciso e rápido de pessoas diagnosticadas com covid-19 para travar a propagação da pandemia. A China foi pioneira com aplicações que monitorizam a localização e sintomas dos seus habitantes, e atribuem códigos — verde, amarelo, ou vermelho — que limitam o acesso a espaços públicos. Em Hong Kong, uma pulseira dada no aeroporto, associada a uma outra aplicação móvel, garante que as pessoas respeitem o período obrigatório de quarentena ao entrar no país.