UE pede ao Google e ao Twitter medidas ainda mais robustas contra a desinformação

Comissários europeus discutiram o novo fenómeno da “infodemia”: campanhas maliciosas que põem em causa a saúde e segurança das populações mais expostas ao coronavírus, e nas quais a Rússia e a China estão envolvidas.

google,twitter,facebook,uniao-europeia,china,europa,
Foto
Reuters/Dado Ruvic

A vice-presidente da Comissão Europeia para os Valores e Transparência, Vera Jourova, elogiou a acção do Google, que eliminou da sua plataforma mais de 80 milhões de anúncios a promover conselhos nocivos e produtos fraudulentos para combater o novo coronavírus, e aplaudiu a decisão do Twitter de aplicar uma etiqueta de verificação dos factos para corrigir mensagens do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Não se trata de censura, nem da remoção de conteúdos, mas sim do restabelecimento da verdade dos factos”, considerou.