No regresso, Zehra teve a escola só para ela. “Normal não vai ser. Vai ser diferente”

A esmagadora maioria dos alunos do pré-escolar do agrupamento de escolas de Maximinos, em Braga, não compareceu no primeiro dia pós-confinamento. “Nesta idade, deviam estar a socializar”, dizem as educadoras.

Zehra, de cinco anos, costuma partilhar a sua sala do pré-escolar com mais 24 meninos, mas esta segunda-feira tem a escola só para ela. “Isto é o contrário do que eles precisam. Nesta idade, deviam estar a socializar”, comenta  a educadora Maria José Lopes, que esperava pelo menos por mais uma criança. No resto da semana, virá uma outra menina. Serão, no máximo, três.

Muitos dos pais “ainda estão em casa”, sobretudo os que têm filhos mais velhos que continuam a precisar de acompanhamento. Há também quem se justifique com o receio de que o contacto com outras crianças possa potenciar infecções pela covid-19. E ainda aqueles para quem não vale a pena alterar agora as rotinas criadas nos últimos três meses: “São só 17 dias úteis” até ao final do ano lectivo.

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