Procura caiu e centros de estudos lutam pela sobrevivência

Alunos do 11.º e 12.º anos são os únicos que não estão a desistir do apoio ao estudo. Cadeias de centros que operam no sector fizeram transição para regime à distância.

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PAULO PIMENTA

O início de Maio costuma ser “a melhor altura do ano” para Leonor Sousa. É dona do Centro de Estudos da Boavista, no Porto e, com a temporada de provas nacionais à porta, a procura dos estudantes por explicações aumenta. “Entrariam 40 a 50 novos alunos” por estes dias. No contexto de pandemia, o cenário é, porém, radicalmente diferente: nem uma nova inscrição e desistências em catadupa. “É crítico. Baixámos os preços e nem assim”, ilustra.