Crítica

Valente e orgulhoso Braganção: é preciso reverenciar o Solar Bragançano

Restaurante de António e Ana Desidério tem uma cozinha única que nos conforta até à emoção.

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O casal Desidério comanda a casa: António rege com singela mestria e humor todo o movimento, na cozinha comanda a dona Ana Maria Tiago Lopes
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Solar Bragançano Tiago Lopes
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Solar Bragançano Tiago Lopes
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Solar Bragançano Tiago Lopes
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Solar Bragançano Tiago Lopes

Com uma cozinha e envolvência únicas, o Solar Bragançano deve ser olhado como mais do que um restaurante. Uma espécie de casa comum da memória gastronómica e da fidalguia transmontana, que deveremos até reverenciar. Não é exagero. É apreço e gratidão pela forma como ali são recebidos todos os clientes, pela preservação da mais pura e rica cozinha tradicional e de uma casa que mantém essa espécie de museu vivo que nos conforta até à emoção. Também na oferta, com uma carta que, a par dos pratos e produtos mais emblemáticos da gastronomia transmontana, propõe sempre peixes frescos e uma meia dúzia de pratos especiais de caça.