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Glitter, saltos altos e barbas: as muitas faces do transformismo no Porto Drag Festival

Paulo Pimenta
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Plumas, saltos altos, maquilhagem desenhada e trabalhada. Glitter nos olhos, nas barbas, pelo chão, a cair de pestanas alongadas e de lantejoulas que escorrem pelos corpos. Começa a música, de Lady Gaga a Pablo Vittar, e o palco transforma-se, derrubando-se as fronteiras do género a cada performance. Tanto se assiste a uma ousada coreografia a quatro mãos ao som dos Queen como a uma aparição embalada pela Hallelujah. Dançam, cantam, afirmam-se e assumem-se como o que querem ser esta noite. E não há quem desvie o olhar. 

O Porto Drag Festival terminou na madrugada de sábado, como sempre orientado pela mestre-de-cerimónias, Natasha Semmynova, que desta vez levou ao Café Lusitano Babaya Samambaya, a dupla Alejandro Beauty e Naomi Beauty e Jessica Top. Foi a décima edição deste festival, que aconteceu todas as sextas-feiras de Janeiro, com a missão de mostrar as diversas versões e vidas do transformismo. "É uma arte muito desvalorizada", considera Semmynova, a segunda pele de Vítor Fernandes. Mesmo com a popularidade de RuPaul's Drag Race, ainda é "menosprezada" e "mal vista" e, em particular em Portugal, pouco reconhecida. Não há concursos televisivos, mas  "felizmente" há festas, bares, festivais — como este, que há-de voltar em Junho. 

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