Congresso adia decisão sobre retirada da confiança política a Joacine

De braço no ar, congressistas tomaram decisão sobre quem poderá votar nas decisões seguintes.

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Daniel Rocha
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No início da reunião Daniel Rocha
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Com uma diferença de dois votos, o congresso do Livre adiou a decisão sobre a proposta da 42.ª assembleia de retirada da confiança política a Joacine Katar Moreira. Serão já os novos órgãos a eleger no domingo a fechar este dossier. Votaram 50 pessoas a favor de tomar já a decisão e 52 a defender o adiamento.

O adiamento da discussão foi incentivado por alguns membros, nomeadamente por Ricardo Sá Fernandes e pelo fundador Rui Tavares.

“Em nenhum partido democrático do mundo se exclui ou se retira a confiança política sem ouvir o partido”, afirmou o advogado Sá Fernandes, durante o seu discurso. Sá Fernandes defendeu que “se oiçam argumentos, que se pratique mediação, que se chame o conselho de jurisdição e que se trate isto com bom senso e espírito democrático”.

Para já ainda não foi definida a data em que a nova assembleia do Livre se reúne para voltar a analisar a proposta de retirada de confiança. Só depois de eleita, no domingo, é que a direcção do mandato 2020/2022 marcará a próxima reunião do órgão máximo entre congressos.

Na base da proposta de retirada de confiança da deputada estão várias queixas. O órgão que agora cessa funções queixa-se da ausência injustificada de Joacine Katar Moreira nas reuniões marcadas, de falta de comunicação, acusa Joacine de rejeitar coordenar-se com o partido e de adoptar uma atitude de “intransigência, isolamento e desrespeito”, não respondendo aos esforços de resolução dos problemas com os órgãos internos.

Joacine negou as queixas apontadas pela assembleia, tendo sido desmentida por alguns dos membros que subiram ao palco.

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