Sorrir por amor

Sempre que me zango com o New Yorker por ter menos reportagens, menos ensaios literários e menos minuvidências triviais, são os cartoons que me reconciliam com a revista.

Os arquivos estão cheios de aventuras. Há quem se queixe de antologias mas eu não compreendo. Será mesmo que já leram e releram tudo, ao ponto de se lembrarem de tudo e já não aguentarem ver aquelas coisas só mais uma vez?